sábado, 14 de março de 2015

"A noite sem estrelas"


"Qualquer coisa rolou então dos céus sobre a pétala que o Gato levava na mão. Sobre o vermelho de sangue da pétala de rosa brilhou a luz da lágrima da Andorinha Sinhá. Iluminou o solitário caminho do Gato Malhado, na noite sem estrelas. 
Aqui termina a história que a Manhã ouviu do Vento e contou ao Tempo que lhe deu a prometida rosa azul. Em certos dias de Primavera a Manhã coloca sobre o luminoso vestido essa rosa azul de antigas idades. E então se diz que faz uma esplêndida manhã toda azul." 

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